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Quem Somos

                                                         
Desde 1976 o escritório conta com o notório conhecimento de sua Titular Gilda Gronowicz e sua equipe, especialista em Direito Comercial e dedicada a Área das Famílias e Sucessões nas suas particularidades,voltada ao aprimoramento estudos sobre Mediação de Conflitos, Conciliadora do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, integrante do IBDFAM e CONIMA. 
Associa-se à equipe o  jovem Advogado Alexandre Gronowicz Fancio e traz técnicas mais modernas e uma busca da efetividade no Direito com atuação voltada à área Societária e Empresarial, com desenvolvimento de diversos trabalhos de  Assessoria Imobiliária: o resultado é a excelência no atendimento e presteza na condução dos trabalhos nas mais diversas áreas do Direito, buscando resultados sólidos dentro da transparência e ética.
 

2.014: Agora são mais de 38 anos na Advocacia ….

                                   O Professor era venerado… gente brilhante, culta, atuante, interessante e instigadora: Professor Washington de Barros Monteiro, sucedeu-lhe Youssef Said Cahali, brilhante carreira na Magistratura,  Professor Junqueira, Miguel Reale o Pai, Miguel Reale Filho, Prof.  Cesarino Junior  e Marly Cardone, amado Professor Silvio Rodrigues, apavorante Prof. Fabio Konder Comparato, brilhante, Geraldo Ataliba, Luiz Gastão Paes de Barros Leães, desculpem-me os que não cito e  que agregaram sempre algo em minha vida, o Professor  Irineu Strenger, reparação de dano no direito internacional privado, que mente avançada para os anos 70 do Brasil !

                                   Importantes mesmo eram os amigos e os amores… Terezinha de Jesus Subi, minha Teté :J) , Hamilton que se foi depois para o sul e não veio na minha festa de 60 anos, Claudinha, Terezinha, Antonio na defesa da Terra Portugal, Peter de Camargo, meu amigo da vida, Raul de Felice, sempre bom prosear, amores…este ou aquele e, Helio Fancio, esse deu “samba e casamento “ mas, o mais importante, deu meu Filho. 

                                   Tal como o Professor, o Processo era respeitado… bem cuidado, pelos Cartorários, pelos Juízes, pelos Advogados:   boa investigação,  bom direito, boas interpretações.

                                   Já não conheço os Professores de hoje, espero que sejam ainda brilhantes, cultos, estudiosos e interessantes.

                                   A amiga que está no céu dançando e cantando um sambinha, deixou lindos filhos que posso acompanhar vez ou outra, os amigos daqui sempre estão no meu coração, os amores vieram, estiveram e deixaram marcas.

                                   O melhor sócio, Alexandre Gronowicz Fancio, a cada momento é mais e mais reconhecido, abraça as suas causas e teses com afinco e competência, um orgulho assistir e participar ( por vezes ) de  seus embates,  de suas vitórias. 

                                   E o Processo, ahhh… o Processo tornou-se um objeto ( objeto? ) invisível ( com certeza ), o desejo de quem o vê ( vê? ) é atirá-lo longe para o outro lado, o Juiz quer rapidamente atirá-lo para as partes mas, como mesmo atirar o invisível ? Como será que os Cartorários estão cuidando desse, desse, desse … ???

                                   Entretanto, em alguns momentos HOJE os Cartorários dão notícia de um lançamento “ no sistema “, os Advogados experientes ( desculpem não dizer velhos… ), os Advogados jovens e atuantes, sim, usam do bom direito, apresentam  suas teses bem escritas ( alívio…) com boa pesquisa, com interesse e com genialidade ( sim, inovam, coisa boa ! ) e com Ética ( ufa …)  e, então, os Juízes efetivamente se debruçam sobre os problemas das partes, analisam, demoraram sim mas, estão afogados na quantidade e, decidem com qualidade:         

 

                                      Alegria quando acontece !

                                      Os votos do Escritório para 2.014:

                                      Processos bem cuidados,                                                                                    

                                      Advogados competentes para a Defesa das Teses de nossos  Clientes e,

                                     Juízes sábios para as Boas Decisões    

             

                                     Gilda Gronowicz

 

 

 

A Copa dos 7 x 1, um Apagão que não é Bem Assim  

                                                                                                                                           

                                                                                                                          por Alexandre Gronowicz Fancio 

 

A reflexão sobre a questão acima nos transmite, dentre outras, uma sensação de que tudo pode acontecer dentro de campo – as relações jurídicas não fogem muito a essa máxima, mas não é bem assim..

Na realidade uma série de eventos em que o titular (em nosso caso de um direito) não se resguardou, deixou de planejar, deixou de prever, de modo que o resultado final não pode ser atribuído a uma força quase sobrenatural e abstrata (um apagão!).

Neste segundo semestre após uma vexaminosa derrota de nossa seleção, propomos esta reflexão:

o que fazer para evitar os 7 x 1 em nossas relações jurídicas?

- Antes de tomar prejuízo em sua venda e compra de um bem, tome as precauções possíveis;

- Antes de se deparar com uma questão familiar nos negócios, pense em planejar a sucessão dos negócios;

- Antes de ser Réu em uma (ou muitas)  reclamatórias trabalhistas, faça um estudo das condições de trabalho de seus empregados e colaboradores;

- Antes de entrar em uma batalha judicial (sem vencedores), pense na Arbitragem, reflita sobre prever a Mediação em seus Contratos de fornecimento.  

Os exemplos acima são apenas lembretes da importância de uma consulta especializada e ANTECIPADA para situações da vida, dos negócios, da família, que podem se tornar nosso 7 x 1 pessoal.

E, depois dos fatos… bom depois dos fatos, também venham aos Advogados para que estes enquadrem os fatos sob a ótica legal mais favorável ao seu Cliente, porém uma coisa é certa: é menos custoso modificar os fatos antecipadamente, do que convencer um terceiro Juiz de que não é bem assim..  

 

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