Imprimir Página

Quem Somos

                                                         
Desde 1976 o escritório conta com o notório conhecimento de sua Titular Gilda Gronowicz e sua equipe, especialista em Direito Comercial e dedicada a Área das Famílias e Sucessões nas suas particularidades,voltada ao aprimoramento estudos sobre Mediação de Conflitos, Conciliadora do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, integrante do IBDFAM e CONIMA. 
Associa-se à equipe o  jovem Advogado Alexandre Gronowicz Fancio e traz técnicas mais modernas e uma busca da efetividade no Direito com atuação voltada à área Societária e Empresarial, com desenvolvimento de diversos trabalhos de  Assessoria Imobiliária: o resultado é a excelência no atendimento e presteza na condução dos trabalhos nas mais diversas áreas do Direito, buscando resultados sólidos dentro da transparência e ética.
 

2.015: Agora são mais de 39 anos na Advocacia ….

                                   O Professor era venerado… gente brilhante, culta, atuante, interessante e instigadora: Professor Washington de Barros Monteiro, sucedeu-lhe Youssef Said Cahali, brilhante carreira na Magistratura,  Professor Junqueira, Miguel Reale o Pai, Miguel Reale Filho, Prof.  Cesarino Junior  e Marly Cardone, amado Professor Silvio Rodrigues, apavorante Prof. Fabio Konder Comparato, brilhante, Geraldo Ataliba, Luiz Gastão Paes de Barros Leães, desculpem-me os que não cito e  que agregaram sempre algo em minha vida, o Professor  Irineu Strenger, reparação de dano no direito internacional privado, que mente avançada para os anos 70 do Brasil !

                                   Importantes mesmo eram os amigos e os amores… Terezinha de Jesus Subi, minha Teté :J) , Hamilton que se foi depois para o sul e não veio na minha festa de 60 anos, Claudinha, Terezinha, Antonio na defesa da Terra Portugal, Peter de Camargo, meu amigo da vida, Raul de Felice, sempre bom prosear, amores…este ou aquele e, Helio Fancio, esse deu “samba e casamento “ mas, o mais importante, deu meu Filho. 

                                   Tal como o Professor, o Processo era respeitado… bem cuidado, pelos Cartorários, pelos Juízes, pelos Advogados:   boa investigação,  bom direito, boas interpretações.

                                   Já não conheço os Professores de hoje, espero que sejam ainda brilhantes, cultos, estudiosos e interessantes.

                                   A amiga que está no céu dançando e cantando um sambinha, deixou lindos filhos que posso acompanhar vez ou outra, os amigos daqui sempre estão no meu coração, os amores vieram, estiveram e deixaram marcas.

                                   O melhor sócio, Alexandre Gronowicz Fancio, a cada momento é mais e mais reconhecido, abraça as suas causas e teses com afinco e competência, um orgulho assistir e participar ( por vezes ) de  seus embates,  de suas vitórias. 

                                   E o Processo, ahhh… o Processo tornou-se um objeto ( objeto? ) invisível ( com certeza ), o desejo de quem o vê ( vê? ) é atirá-lo longe para o outro lado, o Juiz quer rapidamente atirá-lo para as partes mas, como mesmo atirar o invisível ? Como será que os Cartorários estão cuidando desse, desse, desse … ???

                                   Entretanto, em alguns momentos HOJE os Cartorários dão notícia de um lançamento “ no sistema “, os Advogados experientes ( desculpem não dizer velhos… ), os Advogados jovens e atuantes, sim, usam do bom direito, apresentam  suas teses bem escritas ( alívio…) com boa pesquisa, com interesse e com genialidade ( sim, inovam, coisa boa ! ) e com Ética ( ufa …)  e, então, os Juízes efetivamente se debruçam sobre os problemas das partes, analisam, demoraram sim mas, estão afogados na quantidade e, decidem com qualidade:         

 

                                      Alegria quando acontece !

                                      Os votos do Escritório para 2.015:

                                      Processos bem cuidados,                                                                                    

                                      Advogados competentes para a Defesa das Teses de nossos  Clientes e,

                                     Juízes sábios para as Boas Decisões    

             

                                     Gilda Gronowicz

 

 

2015O Ano das Incertezas e o Papel do Advogado no Judiciário

 

                              Incerteza, talvez o vocábulo que melhor expressa o sentimento da maioria em relação aos rumos políticos e financeiros de nossa amada pátria neste ano de 2015, especialmente com a polarização latente observada na eleição do ano que ficou para trás.

 

                               No mundo do Direito os questionamentos também são fartos, no que toca a função do Estado (Judiciário) e a contribuição das recentes modificações tecnológicas e legislativas, para que o Cidadão enxergue nesta instituição um sinônimo de Justiça.

 

                             Após a implantação na sensível maioria das Unidades Judiciárias de nosso Estado, o processo eletrônico se mostra um caminho sem volta para resolução das demandas, as consequências são diversas, em apertadas palavras: Impessoalidade e Massificação em nome da celeridade.

 

                             Os ventos da rápida solução do conflito também ecoam no Novo Código de Processo Civil – a Bíblia dos procedimentos será agora menos pragmática, possibilitando que as PARTES em conjunto escolham o cronograma do processo: Sem dúvida uma Ousadia para o atual estágio cultural de nosso Judiciário. 

 

                              O próximo passo será num futuro bastante próximo a oitiva das Partes e testemunhas através de meios eletrônicos, cada um com seu “tablet” e identificação eletrônica aguardando a conexão do Juiz (virtual), que fará perguntas e ouvirá as respostas “online”.

 

                              Nesta nova realidade, boa ou ruim, deveremos estar preparados para que sejamos rapidamente inseridos e tenhamos as ferramentas necessárias a busca da essência do Direito, neste caso os meios são absolutamente necessários aos fins. Propomos Tecnologia e Conhecimento como ferramentas a serviço do Justo, Utopia? Talvez uma questão de semântica, preferimos um norte, porto seguro, um alvo (nem sempre fixo) em que poderemos avistar o objetivo a ser alcançado.

 

                              Desde os primórdios na Roma Antiga em que foi outorgada a uma pessoa (Pretor) a atribuição de cuidar de mais de 10 assuntos diferentes (hoje um Juiz cuida de 9.000 a 11.000 processos simultaneamente), a função do Advogado é na essência a mesma: Chamar atenção para as peculiaridades do caso concreto, e assim, evitar que o Julgador “encaixe” um caso cheio de detalhes nas fórmulas (Pré) dispostas e que se distanciam da Justiça.

 

                              No Ano da Incerteza, do Novo Código de Processo Civil e no ano da Extinção definitiva do Papel, o Judiciário busca seu Papel e mais uma vez cá estamos, na luta para que os fatos sejam compreendidos pelos Magistrados.

 

                               Entender a modernização procedimental e tecnológica ativamente, sem deixar perecer as garantias de cada cliente individualmente, esse é o papel do Advogado, para isso lutaremos uma vez mais em 2015.

 

 

Link permanente para este artigo: http://gronowiczfancioadv.com.br/